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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Amigo Sérgio, receba nosso abraço!

Mais uma vez deparamo-nos com o fenômeno “morte” de companheiro querido. O desencarne do Amigo Sérgio Nascimento, aos 17 deste mês, provoca em nós o sentimento de tristeza e pesar.

É natural a sensação de perda nos casos de desencarne de pessoas próximas, especialmente se elas são importantes, respeitadas, amadas como é o caso de Sérgio. Porém, o comportamento minimamente adequado deve ser o de respeito aos desígnios de Deus, visto ser Ele o Arquiteto e Gestor de toda a sua Obra. Sabe, portanto, o porquê de cada acontecimento nas relações da vida e do mundo.

Queremos deixar registrado o nosso carinho, respeito e amizade pelo Amigo Sérgio Nascimento, e dizer o quanto nos sentimos privilegiados por tê-lo como companheiro de jornada terrena. Ele representa o nosso modelo de resistência e coragem no enfrentamento das adversidades.

Queremos, igualmente, nos solidarizar com seus familiares pela ausência física do filho, irmão, pai, tio, etc. Afirmamos, apenas, que Sérgio continua vivo, torcendo por todos nós e desejando que torçamos por ele também. Oremos sempre em seu favor.

Por isso, dizemos: Querido Sérgio segue amando e servindo! Receba nossos abraços e os votos  de que Deus te abençoe sempre! Muita paz para você!



Entregar-se ao Pai

Não há quem na vida não passe por dias de desafios mais severos.

Mesmo as vidas mais tranquilas, mesmo aqueles para os quais o cotidiano parece estável e previsível, enfrentam momentos de provas e de aprendizado.

Quantos não são os que, em apenas uma noite de chuva, veem seu mundo ser levado pela força das águas, perdendo bens materiais, apartando-se de almas queridas?

Outros, nos quais a saúde habitava o corpo plenamente, veem-se minados por males afligentes, por vezes de causas desconhecidas ou de recursos ignorados.

Há tantos mais que veem desaparecer de seus olhos os amados, amparos de seu caminhar, abraçados pela morte, apartados da convivência e do carinho sustentador.

É natural que assim seja. Todos estamos sujeitos às intempéries da vida, às tempestades que destroem, mas que ensejam o construir e o melhorar.

Assim, se esses dias difíceis nos visitam, atormentando-nos, perturbando-nos o equilíbrio emocional, entreguemo-nos a Deus.

Jesus, ao nos ensinar a respeito da Providência Divina, afirmou que nem uma folha de uma árvore cai sem a vontade do Pai.
[...]
Fonte: Site Momento Espírita

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Desencarnação do GMR Afonso

Nota de Falecimento

   Na noite de ontem (05 de junho 2011), aproximadamente ás 23h20, desencarnou o nosso amigo e companheiro de farda GMR Guilherme AFONSO Leite Filho, Mat. 79.286-7.   O corpo será conduzido para o município de floresta, interior de Pernambuco, onde será sepultado.
   Um Guarda Municipal exemplar e dedicado, cumpridor de seus deveres de cidadão era reconhecido por seus pares como um profissional exemplar, especialmente, pelo seu comportamento, caráter e atitudes, sempre disposto ao cumprimento de suas atribuições com vistas a proteger a população recifense e contribuir para um trânsito mais saudável, pois estava lotado na Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU), como Agente da Autoridade de Trânsito do Recife. Infelizmente sua desencarnação aconteceu em razão de um acidente de trânsito.

   Estamos em luto e aproveitamos a oportunidade para ressaltar os nossos pesares com a perda irreparável, para nós e para Instituição, deste bravo servidor do povo. Recebam, também, os familiares e amigos os nossos mais profundos sentimentos, e que fique na memória de cada Guarda Municipal do Recife o exemplo de responsabilidade deste grande companheiro.

   Como sabemos que o fenômeno “morte” só atinge o corpo físico, Afonso continuará sendo parte integrante dessa rede social ao qual esteve interagindo enquanto encarnado. Manteremos a verdadeira afeição e ternura a este companheiro que retorna ao estágio de vida em que as barreiras físicas não mais o limitarão e o exercício da fraternidade e da benevolência, através das suas atitudes responsáveis, florescerão com maior intensidade e consistência.

Deus te abençoe, Afonso!

Jesus, em seus braços amorosos e justos, possa acolher-te nesse momento de transição e em toda a tua vida.


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domingo, 1 de maio de 2011

DESENCARNAÇÃO DE CRIANÇAS - PARTE 2

CAUSAS DAS MORTES PREMATURAS

Como explicar a situação da criança, cuja vida material se interrompe? E por que esse fato ocorre? Duas indagações que surgem naturalmente ao nos depararmos com a morte na infância.

Allan Kardec [Livro dos Espíritos – questão nº199] registra o pensamento dos Espíritos Superiores:
"A duração da vida da criança pode ser, para seu Espírito, o complemento de uma vida interrompida antes do tempo devido, e sua morte é frequentemente uma prova ou uma expiação para os pais."

Observamos pelo exposto que a morte prematura está quase sempre vinculada a erro grave de existência pretérita: almas culpadas que transgrediram a Lei geral que vige os destinos da criatura e retornam à carne para recomporem a consciência ante o deslize. São, muitas vezes, ex-suicídas (conscientes ou inconscientes) que necessitam do contato com os fluidos materializados do planeta, para refazerem a sutil estrutura eletromagnética de seu corpo espiritual.

Lembram ainda os Benfeitores que os pais estão igualmente comprometidos com a Lei de Causa e Efeito e, na maioria das vezes, foram cúmplices ou causadores indiretos da falta que gerou o sofrimento de hoje.

Emmanuel [Criança no Além-prefácio] afirma: "Porque a desencarnação de crianças, vidas tolidas em flor?

Muitos problemas observados exclusivamente do lado físico, assemelha-se a enigmas de solução impraticável; entretanto, examinados do ponto de vista da imortalidade e do burilamento progressivo da alma, reconhecer-se-á que o Espírito em evolução pode solicitar conscientemente certas experiências ou ser induzido a ela em benefício próprio. Nas realizações terrestres, é comum a vinculação temporária de alguém a determinado serviço por tempo previamente considerado.

Há quem renasça em limitado campo de ação para trabalho uniforme em decênios de presença pessoal e há quem se transfira dessa ou daquela tarefa para outra, no curso da existência, dependendo, para isso, de quotas marcadas de tempo. Encontramos amigos que efetuam longos cursos de formação profissional em lugares distantes do recanto em que nasceram e outros que se afastam, a prazo curto, da paisagem que lhes é própria, buscando as especializações de que se observam necessitados. E depois destes empreendimentos concluídos, através de viagens que variam de tipo, segundo as escolhas que façam, ei-las de regresso aos locais de trabalho em cuja estruturação se situam.

Esta é a imagem a que recorremos para que a desencarnação de crianças seja compreendida, no plano físico, em termos de imortalidade e reencarnação."

Casos, no entanto, existem que não estão inseridos no processo de Ação e Reação e configuram sim, ações meritórias de Espíritos missionários que renascem para viverem poucos anos em contato com a carne em função de tarefas espirituais. 

É o que afirma André Luiz:
"Conhecemos grandes almas que renasceram na Terra por brevíssimo prazo, simplesmente com o objetivo de acordar corações queridos para a aquisição de valores morais, recobrando, logo após o serviço levado a efeito, a expectativa apresentação que lhes era costumeira."

CRIANÇAS NO PLANO ESPIRITUAL

Com relação à posição espiritual dos Espíritos que desencarnam na infância, André Luiz informa-nos que todos eles são recolhidos em Instituições apropriadas, não se encontrando Espíritos de crianças nas regiões umbralinas.

Há inúmeras descrições espirituais de Escolas, parques, colônias e instituições diversas consagradas ao acolhimento e amparo às crianças que retornam do Planeta através da desencarnação.

Chico Xavier, analisando a situação espiritual e o grau de lucidez desses Espíritos diz:
"Os benfeitores espirituais habitualmente nos esclarecem que a criança desencarnada no Mais Além, recobra parcialmente valores da memória, quando na condição de Espírito, tenha já entesourado alta gama de conhecimentos superiores, com pouco tempo depois da desencarnação, conseguindo, por isso, formular conceitos e anotações de acordo com a maturidade intelectual adquirida com laborioso esforço.

O mesmo não acontece com o Espírito que ainda não adquiriu patrimônio de experiência mais dilatados, seja por estar nos primeiros degraus da evolução humana ou por essência de aplicação pessoal ao estudo e a observação dos acontecimentos.

Para o Espírito nesse estágio, o desenvolvimento na vida espiritual é semelhante ao que se verifica no plano físico em que o ser humano é compelido a aprender vagarosamente as lições da existência e adiantar-se gradativamente, conforme as exigências do tempo."

André Luiz [Entre a Terra e o Céu] vai pronunciar-se da mesma forma: "Acreditamos que o menino desencarnado retoma, de imediato, a sua personalidade de adulto ... Em muitas situações, é o que acontece quando o Espírito já alcançou elevado estágio evolutivo.

Contudo, para a grande maioria das crianças que desencarnaram, o caminho não é o mesmo. Almas ainda encarceradas no automatismo inconsciente, acham-se relativamente longe do autogoverno. Jazem conduzidos pela Natureza, à maneira de criancinhas no colo materno. É por esse motivo que não podemos prescindir de períodos de recuperação, para que se afasta do veículo físico, na fase infantil."

QUADRO XII - Morte Prematura – Possibilidades

- Assumir a forma da última existência
- Conservar a forma infantil que vai se desenvolvendo à semelhança do que ocorre na Terra
- Reencarnar pouco tempo depois do falecimento

Bibliografia
1) O Livro dos Espíritos - Allan Kardec
2) O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec
3) Entre a Terra e o Céu - André Luiz/Chico Xavier
4) Resgate e Amor - Tiaminho/Chico Xavier
5) Escola no Além - Cláudia/Chico Xavier
6) Crianças no Além - Marcos/Chico Xavier
Apostila Original: Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora - MG

Texto extraído do site AMALUZ em http://www.amaluz.net/prematura.htm 

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quarta-feira, 27 de abril de 2011

DESENCARNAÇÃO DE CRIANÇAS- PARTE 1

Em virtude do desencarne do filho de um grande amigo, ainda recém-nascido, provocado por enfermidade grave, levantamos a proposta de reflexão sobre o assunto. Sempre! Sempre! nos questionamos o porquê do desencarne prematuro das crianças.  Perguntamos se a sensação de perda é maior do que de uma pessoa que já convivemos a bastante tempo?  Ou dói ainda mais pelo fato de haver muitas expectativas, projetos para aquele ser em formação? Propomos discutir esse assunto visto fazermos parte de um todo que nos trata com igualdade e, por isso mesmo, há sempre a possibilidade de que nos aconteça algo semelhante ou mesmo com alguma pessoa muito próxima, como um familiar, por exemplo.

Rogamos ao Mestre Jesus que receba, ampare e abençoe esse anjinho que retorna a sua verdadeira pátria. Também fortaleça e console seus genitores pelo momento difícil porque passam.
 
 
O DESENCARNE NA INFÂNCIA

Por Marco Túlio Michalick


Apesar de ser extremamente dolorosa a perda de um filho pequeno, pense nele sempre com carinho e envie vibrações de amor eterno.

Apenas quem já perdeu um filho na infância pode descrever a dor que se sente neste momento tão doloroso. Como se o mundo girasse ao seu redor, você pensa estar vivendo um pesadelo e que, ao acordar, tudo voltará ao normal. Mas a realidade se mantém e você não entende o porquê de estar acontecendo tudo aquilo. Chega a duvidar da justiça divina e as perguntas constantes permanecem: Por que meu filho se foi tão jovem, cheio de vida, com um futuro promissor? Por que eu não fui em seu lugar? As indagações são muitas, mas a resposta só vem com o tempo.

A família tem que estar muito unida em um momento como esse. A religião é um bálsamo para a dor que, em certos dias, parece ser infinita. Temos que ser fortes e acreditar que nada acontece por acaso. A revolta e o descrédito em Deus não são justos. Há momentos na vida em que precisamos passar por determinadas experiências, para que possamos ter uma visão de vida diferente da que temos atualmente.

O desencarne de uma criança comove até as pessoas que mal conhecemos. Richard Simonetti descreve em seu livro "Quem tem medo da morte?": "O problema maior é a teia de retenção formada com intensidade, porquanto a morte de uma criança provoca grande comoção, até mesmo em pessoas não ligadas a ela diretamente. Símbolo da pureza e da inocência, alegria do presente e promessa para o futuro, o pequeno ser resume as esperanças dos adultos, que se recusam a encarar a perspectiva de uma separação".


LAMENTAR A PERDA PREJUDICA O ESPÍRITO

As lamentações, o choro e a fixação no ente querido que desencarnou prejudicam sua reabilitação no plano espiritual, fazendo com que ele sofra vendo tamanho desespero de seus familiares. A oração é o melhor remédio para todos. Pedir a Deus que proteja e auxilie seu filho no plano espiritual é a maneira correta de lhe fazer o bem.

Reviver a tragédia que ocorreu no plano terrestre pode ser um martírio, pois, no plano espiritual, há toda uma equipe de trabalhadores dando o suporte necessário ao desligamento do espírito do aparelho físico. Além do mais, conforme explica Simonetti, "o desencarne na infância, mesmo em circunstâncias trágicas, é bem mais tranquilo, porquanto nessa fase o espírito permanece em estado de dormência e desperta lentamente para a existência terrestre. Somente a partir da adolescência é que entrará na plena posse de suas faculdades".

Em O Livro dos Espíritos, Allan Kardec pergunta: "Por que a vida frequentemente é interrompida na infância"? A resposta dos espíritos é a seguinte: "A duração da vida de uma criança pode ser, para o espírito que está nela encarnado, o complemento de uma existência interrompida antes de seu termo marcado e sua morte, no mais das vezes, é uma prova ou uma expiação para os pais".

Ernesto Bozzano, em Enigmas da Psicometria, escreve que não são desconhecidos os casos de mortes infantis nos quais o espírito já tenha progredido bastante para suprimir uma provação, mergulhando na Terra só com a finalidade de se revestir de elementos fluídicos indispensáveis ao perispírito desejoso de se preparar para a próxima reencarnação.

Com o tempo, você vai encontrando respostas para suas indagações. A lembrança daquele filho que se foi talvez nunca sairá de sua mente, mas sempre que pensar nele, pense com carinho, enviando boas vibrações, para que, onde ele se encontrar, possa sentir todo o amor que você emana.


REENCONTRO NO PLANO ESPIRITUAL

Em entrevista publicada na edição nº 11 da Revista Cristã de Espiritismo, Mauro Operti, quando perguntado sobre que mensagem daria às pessoas que perderam seus entes queridos e acreditam que nunca mais irão encontrá-los, respondeu:

"Para estas pessoas eu diria que Deus não cometeria esta maldade de separar definitivamente dois seres que se amam. A essência da vida é o outro. Por que Deus juntaria num breve tempo de uma existência duas criaturas que se sentem felizes de estar juntas e depois as separaria pela eternidade? A certeza da sobrevivência que a prática espírita garante às criaturas está acompanhada da certeza da reunião daqueles que se amam depois da perda do corpo físico. Esta é a maior consolação que poderíamos desejar, mas não é só uma consolação piedosa, é uma certeza proveniente da vivência que, aos poucos, vai nos tornando mais seguros e menos propensos às crises de ansiedade e aflição que são tão comuns às pessoas hoje em dia. Temos certeza e sabemos, não apenas acreditamos".

O Evangelho Segundo o Espiritismo diz que, quando Jesus falou "deixai vir a mim as criancinhas", Ele se referia ao fato de que "a pureza do coração é inseparável da simplicidade e da humildade, excluindo todo pensamento egoísta e orgulhoso". Explica ainda que "é por isso que Jesus toma a infância como símbolo dessa pureza, como a tinha tomado para o da humildade. Somente um espírito que tivesse atingido a perfeição poderia nos dar o modelo da verdadeira pureza. Mas a comparação é exata do ponto de vista da vida presente, pois a criança, não podendo ainda manifestar nenhuma tendência perversa, oferece-nos a imagem da inocência e da candura. Além disso, Jesus não diz de maneira absoluta que o reino de Deus é para elas, mas sim para aqueles que se lhes assemelham".



Fonte: Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas
http://www.ippb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2660&catid=81
 
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domingo, 10 de outubro de 2010

A morte dói?

   Quando morre alguém, sentimo-nos todos tomados por um sentimento de perda e dor. É natural, gostamos da pessoa e desejamos que continue vivendo conosco. Mas, a morte é a única certeza da vida e está enquadrada nos acontecimentos normais da existência de todo mundo. A todo instante, partem jovens e velhos, sadios e enfermos...

   E muitos perguntam, talvez temerosos do momento em que também enfrentarão a circunstância e acerto de contas com D. Morte: ela dói? O que ensinam os espíritos a respeito?

   Em O Livro dos Espíritos, há um capítulo inteiro sobre o assunto: é o III, do livro segundo, com o título Retorno da vida corpórea à vida espiritual. As questões 149 a 165 esclarecem o assunto. Para não ficarmos em simples transcrição das respostas dadas pelos espíritos, fizemos breve resumo de forma didática para melhor entendimento do assunto. Mas remetemos o leitor à pesquisa direta às questões citadas.

  • No instante da morte, todo homem retorna ao mundo dos espíritos, pátria de origem;
  • Uma vez no chamado outro mundo, conserva plenamente sua individualidade;
  • A separação da alma e do corpo não é dolorosa. O corpo sofre mais durante a vida que no momento da morte;
  • A alma se liberta com o rompimento dos laços que a mantinham presa ao corpo;
  • A sensação que se experimenta no momento em que se reconhece no mundo dos espíritos depende do que fizeram em vida. Se foram bons, sentirão enorme alegria. Se foram maus, sentirão vergonha;
  • Normalmente reencontra aqueles que partiram antes, se já não reencarnaram;
  • A consciência de si mesmo vem aos poucos. Passa-se algum tempo de perturbação, convalescente, cujo tempo de duração depende da elevação de cada um;
   
   Compreender antes o assunto exerce grande influência sobre o tempo de perturbação, mas o que realmente alivia a perturbação são a prática do bem e a pureza de consciência.

   Indicamos ainda ao leitor, estudar o livro O Céu e o Inferno, também de Allan Kardec, onde há diversas descrições do momento da morte e do pós-morte, de espíritos nas mais variadas condições evolutivas. O livro Depois da Morte, de Léon Denis e Obreiros da Vida Eterna, de André Luiz/Chico Xavier também trazem muitas explicações sobre o interessante tema. 

   Há, também, uma série enumerável de livros de mensagens enviadas por desencarnados aos entes queridos que ficaram. Entre eles, o famoso Jovens no além, de 1975, recebido por Chico Xavier. O filme Joelma 23º andar, baseado no incêndio ocorrido em São Paulo, mostra bem a questão da continuidade da vida.

   Não tema a morte. Ela faz parte do processo evolutivo. Viva de maneira prudente, faça o bem que puder e quando soar seu momento, vá sem medo. Mas nunca a busque ou a precipite. Tudo tem seu momento na vida e todos temos algo a fazer num tempo programado. Para aqueles que foram antes, guarde a convicção de breve reencontro e ore pela felicidade deles. Eles receberão a mensagem de seu coração.

Orson Peter Carrara