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domingo, 24 de julho de 2011

Terapia do Autoconhecimento

A grande maioria das pessoas já ouviu falar na célebre frase proferida por um sábio da antiguidade “Conhece-te a ti mesmo”. Partindo desse pressuposto e com o objetivo de refletir um pouco mais sobre o assunto propomos a leitura do texto abaixo.


Silencia as ansiedades do sentimento e acalma os tormentos, reflexionando em torno das tuas reais necessidades.

Aprofunda a auto-análise e tem a coragem de te desnudares perante a própria consciência.

Enumera as mais graves emoções perturbadoras e raciocina sobre a sua vigência no teu comportamento.

Enfrente-as, uma a uma, não as justificando sob o desculpismo habitual.

Resolve-te por sanar a situação aflitiva dos teus dias, optando pela aquisição da saúde.

Consciente de que és o que fizeste de ti, e poderás ser o que venhas a fazer de ti próprio, não postergues a decisão do autoencontro.

Enquanto a anestesia da mentira te obnubile o raciocínio transita de um para outro problema, sem que consigas a paz real.

Reunirás valores de fora, que perdem o significado, logo são conseguidos, anelando pelo bem-estar fugidio, que se te anuncia e logo desaparece.

O homem que se conhece possui um tesouro no coração.

O discernimento que o caracteriza é a sua luz acesa no imo, apontando-lhe rumo.
 
Conhecendo a fragilidade da veste carnal, valoriza cada hora e aplica-a bem, vivendo-a intensamente, em cujo comportamento recolherás os melhores frutos.

Cada vez que te resolvas por te autodescobrires, conduze uma proposta de libertação.

Começa pelos vícios sociais da mentira, da maledicência, da calúnia, do pessimismo, da suspeita, passando aos dramas do comportamento, na inveja, no ciúme, no ressentimento, no rancor, no ódio...

Posteriormente, elabora as medidas educativas às dependências, aos alcoólicos, ao tabagismo, às drogas alucinógenas, à luxuria, aos distúrbios de conduta e às investidas das alucinações psicológicas...

Cada passo ser-te-á uma conquista nova. Toda vitória, por pequena que se te apresente, significará um avanço.

Como os condicionamentos são a segunda natureza, em a natureza humana, gerarás hábitos salutares, que te plenificarão por forma de equilíbrio e paz.

Toda terapia eficiente impõe disciplinas saudáveis, às vezes ásperas, cujos resultados chegam, à medida que são utilizadas.  Na do autodescobrimento, a coragem e o interesse pela própria realização facultarão as forças para que não desistas no tentame, nem te entregues à acomodação mental que te informa ser impossível executá-la.

Começa hoje e agora, aguardando que o tempo realize, na cura o ciclo que investiste para que se te instalassem os distúrbios.

MOMENTOS DE ILUMINAÇÃO / JOANNA DE ÂNGELIS / DIVALDO PEREIRA FRANCO

Fonte: Informativo GEAL – Julho de 2011

http://www.geal.org.br/imagem/Julho%202011.pdf


Confira outros tópicos clicando aqui:

GENTILEZAS DIÁRIAS

NORMA DE CONDUTA: EXEMPLO DE JESUS

CELEBRE CADA NOVO DIA

O BEM SILENCIOSO

SER ESPÍRITA



No GMR Espírita você poderá conferir alguns vídeos.
Confira clicando em:  Conteúdos Espíritas em vídeos


sábado, 12 de março de 2011

O Carnaval na Visão Espírita III

Sem pretender suprir todas as informações conclusivas sobre o "carnaval", visto a complexidade do assunto, e também sem objetivar afetar consubstancialmente a cultura das comunidades brasileiras, sempre muito alegres e festivas, postamos estes slides (abaixo), aos quais, apesar de conter algumas das informações proferida por Divaldo Pereira Franco, em entrevista ao Programa Transição, irão acrescentar outros detalhes sobre a Visão Espírita sobre o Carnaval.





Você poderá, também, assistir ao último Programa Transição - dia 06 de março de 2011 - em que o Orador Divaldo Pereira Franco (Bahia) enfoca o assunto com informações atualizadas. 

Clique neste link e assista à entrevista!
http://www.programatransicao.tv.br/programas/programa127.html

Clique abaixo e confira também!

O CARNAVAL NA VISÃO ESPÍRITA

O CARNAVAL NA VISÃO ESPÍRITA II

DIAS DE SOMBRA

terça-feira, 8 de março de 2011

08 de março, Parabéns Mulheres!!!

O GMR Espírita parabeniza a todas as mulheres pelo "Dia Internacional da Mulher"!
08/03/2011

O Evangelho e a Mulher


"Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo"
Paulo. (Efésios, 5:28.)

Muita vez, o apóstolo dos gentios tem sido acusado de excessiva severidade para com o elemento feminino. Em alguns trechos das cartas de que dirigiu às igrejas, Paulo propôs medidas austeras que, de certo modo, chocaram inúmeros aprendizes. Poucos discípulos repararam, na energia das palavras dele, a mobilização dos recursos do Cristo, para que se fortalecesse a defesa da mulher e dos patrimônios de elevação que lhe dizem respeito.

Com Jesus, começou o legítimo feminismo. Não aquele que enche as mãos de suas expositoras com estandartes coloridos das ideologias políticas do mundo, mas que lhes traça nos corações diretrizes superiores e santificantes.

Nos ambientes mais rigoristas em matéria de fé religiosa, quais o do Judaísmo, antes do Mestre, a mulher não passava de mercadoria condenada ao cativeiro. Vultos eminentes, quais Davi e Salomão, não conseguiram fugir aos abusos de sua época, nesse particular.

O Evangelho, porém, inaugura nova era para as esperanças femininas. Nele vemos a consagração da Mãe Santíssima, a sublime conversão de Madalena, a dedicação das irmãs de Lázaro, o espírito abnegado das senhoras de Jerusalém que acompanham o Senhor até o instante extremo. Desde Jesus, observamos crescente respeito na Terra pela missão feminil. Paulo de Tarso foi o consolidador desse movimento regenerativo. Apesar da energia áspera que lhe assinala as palavras, procurava levantar a mulher da condição aviltada, confiando-a ao homem, na qualidade de mãe, irmã, esposa ou filha, associada aos seus destinos e, como criatura de Deus igual a ele.

Xavier, Francisco Cândido. Da Obra: Pão Nosso. Ditado pelo Espírito Emmanuel.







Como o 08 de março foi designado "Dia Internacional da Mulher"?

O Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de Março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por “Pão e Paz” – por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Entretanto a déia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.

No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do século, até a década de 1920. Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda partidária.


Nos países ocidentais, a data foi esquecida por longo tempo e somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.

Em 1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em Dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, mas também, a discriminação e a violência a que muitas delas ainda são submetidas em todo o mundo.

Mauricio, Biografia, Notícias 2011-03-01

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quarta-feira, 2 de março de 2011

O Carnaval na Visão Espírita II

O Tribuno Espírita Divaldo Pereira Franco fala sobre o tema “Carnaval” no Programa Transição de número 20.


Uma abordagem interessante sobre esse evento que contagia e atrai multidões de espíritos encarnados e desencarnados. Vale a pena conferir!

1ª Parte



2ª Parte



3ª Parte



O Programa Transição é transmitido todos os domingos na Rede TV às 16:15h.

 

Para assistir este e a outros programas de conteúdo espírita clique no link abaixo:


Dê sua opinião sobre o assunto!  Sua participação é importante.
Clique na palavra comentário abaixo e escreva suas considerações!



sábado, 26 de fevereiro de 2011

O Carnaval na Visão Espírita

“Atrás do trio elétrico também vai quem já “morreu”...”.


“Atrás do trio elétrico só não vai que já morreu...”. – Caetano Veloso . 

Ao contrário do que reza o frevo de Caetano Veloso, não são somente os “vivos” que formam a multidão de foliões que se aglomera nas ruas das grandes cidades brasileiras ou de outras plagas onde se comemore o Carnaval. O Espiritismo nos esclarece que estamos o tempo todo em companhia de uma inumerável legião de seres invisíveis, recebendo deles boas e más influências a depender da faixa de sintonia em que nos encontremos. Essa massa de espíritos cresce sobremaneira nos dias de realização de festas pagãs, como é o Carnaval. Nessas ocasiões, como grande parte das pessoas se dá aos exageros de toda sorte, as influências nefastas se intensificam  e muitos dos encarnados se deixam dominar por espíritos maléficos, ocasionando os tristes casos de violência criminosa, como os homicídios e suicídios, além dos desvarios sexuais que levam à paternidade e maternidade irresponsáveis. Se antes de compor sua famosa canção o filho de Dona Canô tivesse conhecido o livro “Nas Fronteiras da Loucura”, ditado ao médium Divaldo Pereira Franco pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda, talvez fizesse uma letra diferente e, sensível como o poeta que é, cuidaria de exortar os foliões “pipoca” e aqueles que engrossam os blocos a cada ano contra os excessos de toda ordem. Mas como o tempo é o senhor de todo entendimento, hoje Caetano é um dos muitos artistas que pregam a paz no Carnaval, denunciando, do alto do trio elétrico, as manifestações de violência que consegue flagrar na multidão.

No livro citado, Manoel Philomeno, que quando encarnado desempenhou atividades médicas e espiritistas em Salvador, relata episódios protagonizados pelo venerando Espírito Bezerra de Menezes, na condução de equipes socorristas junto a encarnados em desequilíbrios.

Philomeno registra, dentre outros pontos de relevante interesse, o encontro com um certo sambista desencarnado, o qual não é difícil identificar como Noel Rosa, o poeta do bairro boêmio de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, muito a propósito, integrava uma dessas equipes socorristas encarregadas de prestar atendimento espiritual durante os dias de Carnaval. Interessado em colher informações para a aprendizagem própria (e nossa também!), Philomeno inquiriu Noel sobre como este conciliava sua anterior condição de “sambista vinculado às ações do Carnaval com a atual, longe do bulício festivo, em trabalhos de socorro ao próximo”. Com tranqüilidade, o autor de “Camisa listrada” respondeu que em suas canções traduzia as dores e aspirações do povo, relatando os dramas, angústias e tragédias amorosas do submundo carioca, mas compreendeu seu fracasso ao desencarnar, despertando “sob maior soma de amarguras, com fortes vinculações aos ambientes sórdidos, pelos quais transitara em largas aflições”.

No entanto, a obra musical de Noel Rosa cativara tantos corações que os bons sentimentos despertados nas pessoas atuaram em seu favor no plano espiritual; “Embora eu não fosse um herói, nem mesmo um homem que se desincumbira corretamente do dever, minha memória gerou simpatias e a mensagem das musicas provocou amizades, graças a cujo recurso fui alcançado pela Misericórdia Divina, que me recambiou para outros sítios de tratamento e renovação, onde despertei para realidades novas”. Como acontece com todo espírito calceta que por fim se rende aos imperativos das sábias leis, Noel conseguiu, pois, descobrir “que é sempre tempo de recomeçar e de agir” e assim ele iniciou a composição de novos sambas, “ao compasso do bem, com as melodias da esperança e os ritmos da paz, numa Vila de amor infinito...”.

Entre os anos 60 e 70, Noel Rosa integrava a plêiade de espíritos que ditaram ao médium, jornalista e escritor espírita Jorge Rizzini a série de composições que resultou em dois discos e apresentações em festivais de músicas mediúnicas em São Paulo. O entendimento do Poeta da Vila quanto às ebulições momescas, é claro, também mudou: “O Carnaval para mim, é passado de dor e a caridade, hoje, é-me festa de todo, dia, qual primavera que surge após inverno demorado, sombrio”.

“A carne nada vale”. O Carnaval, conforme os conceitos de Bezerra de Menezes, é festa que ainda guarda vestígios da barbárie e do primitivismo que ainda reina entre os encarnados, marcado pelas paixões do prazer violento. Como nosso imperativo maior é a Lei de Evolução, um dia tudo isso, todas essas manifestações ruidosas que marcam nosso estágio de inferioridade desaparecerão da Terra. Em seu lugar, então, predominarão a alegria pura, a jovialidade, a satisfação, o júbilo real, com o homem despertando para a beleza e a arte, sem agressão nem promiscuidade. A folia em que pontifica o Rei Momo já foi um dia a comemoração dos povos guerreiros, festejando vitórias; foi reverência coletiva ao deus Dionísio, na Grécia clássica, quando a festa se chamava bacanalia; na velha Roma dos césares, fortemente marcada pelo aspecto pagão, chamou-se saturnalia e nessas ocasiões se imolava uma vítima humana.

Na Idade Média, entretanto, é que a festividade adquiriu o conceito que hoje apresenta, o de uma vez por ano é lícito enlouquecer, em homenagem aos falsos deuses do vinho, das orgias, dos desvarios e dos excessos, em suma. 

Bezerra cita os estudiosos do comportamento e da psique da atualidade, “sinceramente convencidos da necessidade de descarregarem-se as tensões e recalques nesses dias em que a carne nada vale, cuja primeira silaba de cada palavra compõe o verbete carnaval”. Assim, em três ou mais dias de verdadeira loucura, as pessoas desavisadas, se entregam ao descompromisso, exagerando nas atitudes, ao compasso de sons febris e vapores alucinantes. Está no materialismo, que vê o corpo, a matéria, como inicio e fim em si mesmo, a causa de tal desregramento. Esse comportamento afeta inclusive aqueles que se dizem religiosos, mas não têm, em verdade, a necessária compreensão da vida espiritual, deixando-se também enlouquecer uma vez por ano.

Processo de loucura e obsessão. As pessoas que se animam para a festa carnavalesca e fazem preparativos organizando fantasias e demais apetrechos para o que consideram um simples e sadio aproveitamento das alegrias e dos prazeres da vida, não imaginam que, muitas vezes, estão sendo inspiradas por entidades vinculadas às sombras. Tais espíritos, como informa Manoel Philomeno, buscam vitimas em potencial “para alijá-las do equilíbrio, dando inicio a processos nefandos de obsessões demoradas”. Isso acontece tanto com aqueles que se afinizam com os seres perturbadores, adotando comportamento vicioso, quanto com criaturas cujas atitudes as identificam como pessoas respeitáveis, embora sujeitas às tentações que os prazeres mundanos representam, por também acreditarem que seja lícito enlouquecer uma vez por ano.

Esse processo sutil de aliciamento esclarece o autor espiritual, dá-se durante o sono, quando os encarnados, desprendidos parcialmente do corpo físico, fazem incursões às regiões de baixo teor vibratório, próprias das entidades vinculadas às tramas de desespero e loucura. Os homens que assim procedem não o fazem simplesmente atendendo aos apelos magnéticos que atrai os espíritos desequilibrados e desses seres, mas porque a eles se ligam pelo pensamento, “em razão das preferências que acolhem e dos prazeres que se facultam no mundo íntimo”. Ou seja, as tendências de cada um, e a correspondente impotência ou apatia em vencê-las, são o imã que atrai os espíritos desequilibrados e fomentadores do desequilíbrio, o qual, em suma, não existiria se os homens se mantivessem no firme propósito de educar as paixões instintivas que os animalizam. 

Há dois mil anos. Tal situação não difere muito dos episódios de possessão demoníaca aos quais o Mestre Jesus era chamado a atender, promovendo as curas “milagrosas” de que se ocupam os evangelhos. Atualmente, temos, graças ao Espiritismo, a explicação das causas e conseqüências desses fatos, desde que Allan Kardec fora convocado à tarefa de codificar a Doutrina dos Espíritos. Conforme configurado na primeira obra da Codificação – O Livro dos Espíritos -, estamos, na Terra, quase que sob a direção das entidades invisíveis: “Os espíritos influem sobre nossos pensamentos e ações?”, pergunta o Codificador, para ser informado de que “a esse respeito sua (dos espíritos) influência é maior do que credes porque, freqüentemente, são eles que vos dirigem”. Pode parecer assustador, ainda mais que se tem os espíritos ainda inferiorizados à conta de demônios.

Mas, do mesmo modo como somos facilmente dominados pelos maus espíritos, quando, como já dito, sintonizamos na mesma freqüência de pensamento, também obtemos, pelo mesmo processo, o concurso dos bons, aqueles que agem a nosso favor em nome de Jesus. Basta, para tanto, estarmos predispostos a suas orientações, atentos ao aviso de “orar e vigiar” que o Cristo nos deu há dois mil anos, através do cultivo de atitudes salutares, como a prece e a praticada caridade desinteressada. Esta última é a característica de espíritos como Bezerra de Menezes, que em sua última encarnação fora alcunhado de “o médico dos pobres” e hoje é reverenciado no meio espírita como “o apostolo da caridade no Brasil”.

Fonte: Visão Espírita – março 2000

Divulgação: O Mensageiro – Revista Espírita do 3º Milênio (www.omensageiro.com.br) - 01/03/2004
 
Este texto foi retirado de:     http://www.rccg.biz/mesp/mensesp36.htm

  Vamos democratizar este espaço e discutir esse assunto. Você pode postar aqui o seu comentário (clicando na palavra "Comentários" abaixo) e contribuir para o melhor entendimento desse tema. Não haverá retaliação quanto as postagens e sim discussão do assunto. 


Clique abaixo e confira também!

O CARNAVAL NA VISÃO ESPÍRITA II

O CARNAVAL NA VISÃO ESPÍRITA III

AS GERAÇÕES FUTURAS

DIAS DE SOMBRA

NORMA DE CONDUTA: EXEMPLO DE JESUS

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

MEDITANDO O NATAL

Na exaltação do Natal do Senhor, acalentemos nossa fé em Jesus, sem nos esquecermos da fé que Jesus deposita em nós. Não desceria o Senhor da comunhão com os Anjos, sem positiva confiança nos homens. É por isso que, da Manjedoura de Simplicidade e Alegria à Cruz da Renunciação e da Morte, vemo-lo preocupado na recuperação das criaturas. Convida pescadores humildes ao seu ministério salvador e transforma-os em advogados da redenção humana. Vai ao encontro de Madalena, possuída pelos adversários do bem, e converte-a em mensageira de luz. Chama Zaqueu, mergulhado no conforto da posse material, e faz dele o administrador consciente e justo. Não conhece qualquer desânimo, ante a negação de Pedro, e nele edifica o apóstolo fiel que lhe defenderia o Evangelho até o martírio e a crucificação. Não se agasta com as dúvidas de Tomé e eleva-o à condição de missionário valoroso, que lhe sustenta a causa, até o sacrifício. Não se sente ofendido aos golpes da incompreensão de Saulo, o perseguidor, e visita-o, às portas de Damasco, investindo-o na sua posição de emissário de Sua Graça, coroando de claridades eternas...

A fé e o otimismo do Cristo começaram na descida à estrebaria singela e continuam, até hoje, amparando-nos e redimindo-nos, dia a dia...

Assinalando, assim, os júbilos do Natal, recordemos a confiança do Mestre e afeiçoemo-nos à sua obra de amor e luz, tomando por marco de partida a nossa própria existência. O Senhor nos conclama à tarefa que o evangelho nos assinala...

Nos primeiros três séculos de Cristianismo, os discípulos que lhe ouviram a Celeste Revelação levantaram-se e serviram-no com sangue e sofrimento, aflição e lágrimas.

Que nós outros estejamos agora dispostos a consagrar-lhe igualmente as nossas vidas, considerando o crédito moral que a atitude d’Ele para conosco significa...

Aprendamos, trabalhemos e sirvamos, até que um dia, qual aconteceu ao velho Simeão, da Boa Nova, possamos exclamar ante a Presença Divina: - “Agora, Senhor, despede em paz o teu servo, segundo a tua palavra, porque, em verdade, meus olhos já viram a salvação.”

(Do livro Antologia Mediúnica do Natal, Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

CONVITE

O Natal promove em nós um sentimento de fraternidade, de esperança e de comunhão. Em razão disso, iremos nos confraternizar por mais um ano que está se concluindo sob a proteção e as bençãos do Senhor Jesus. 


   Convidamos você e família para partilhar conosco deste momento de alegria e fé! 

        Palestra com o tema:   A pedagogia de Jesus de Nazaré

       Orador:   Prof. José Ferreira

       Data:   15/12/2010 - às 16h - Auditório GMRecife

Nos sentiremos honrados pela sua presença.


ORAÇÃO  DO  NATAL
Casimiro Cunha
Mestre Amado, agradecemos,
Em teu Natal de Alegria,
A paz que nos anuncia
A vida superior...
Por nossa esperança em festa,
Pelo pão, pelo agasalho,
Pelo suor do trabalho,
Louvado sejas, Senhor!...

Envoltos na luz da prece,
Louvamos-te os dons supremos,
Nas flores que te trazemos,
Cantando de gratidão!...
Felizes e reverentes,
Rogamos-te, Doce Amigo,
A bênção de estar contigo
No templo do coração.

Livro Os Dois Maiores Amores -
 Psicografia Chico Xavier - Autores Diversos

domingo, 10 de outubro de 2010

A morte dói?

   Quando morre alguém, sentimo-nos todos tomados por um sentimento de perda e dor. É natural, gostamos da pessoa e desejamos que continue vivendo conosco. Mas, a morte é a única certeza da vida e está enquadrada nos acontecimentos normais da existência de todo mundo. A todo instante, partem jovens e velhos, sadios e enfermos...

   E muitos perguntam, talvez temerosos do momento em que também enfrentarão a circunstância e acerto de contas com D. Morte: ela dói? O que ensinam os espíritos a respeito?

   Em O Livro dos Espíritos, há um capítulo inteiro sobre o assunto: é o III, do livro segundo, com o título Retorno da vida corpórea à vida espiritual. As questões 149 a 165 esclarecem o assunto. Para não ficarmos em simples transcrição das respostas dadas pelos espíritos, fizemos breve resumo de forma didática para melhor entendimento do assunto. Mas remetemos o leitor à pesquisa direta às questões citadas.

  • No instante da morte, todo homem retorna ao mundo dos espíritos, pátria de origem;
  • Uma vez no chamado outro mundo, conserva plenamente sua individualidade;
  • A separação da alma e do corpo não é dolorosa. O corpo sofre mais durante a vida que no momento da morte;
  • A alma se liberta com o rompimento dos laços que a mantinham presa ao corpo;
  • A sensação que se experimenta no momento em que se reconhece no mundo dos espíritos depende do que fizeram em vida. Se foram bons, sentirão enorme alegria. Se foram maus, sentirão vergonha;
  • Normalmente reencontra aqueles que partiram antes, se já não reencarnaram;
  • A consciência de si mesmo vem aos poucos. Passa-se algum tempo de perturbação, convalescente, cujo tempo de duração depende da elevação de cada um;
   
   Compreender antes o assunto exerce grande influência sobre o tempo de perturbação, mas o que realmente alivia a perturbação são a prática do bem e a pureza de consciência.

   Indicamos ainda ao leitor, estudar o livro O Céu e o Inferno, também de Allan Kardec, onde há diversas descrições do momento da morte e do pós-morte, de espíritos nas mais variadas condições evolutivas. O livro Depois da Morte, de Léon Denis e Obreiros da Vida Eterna, de André Luiz/Chico Xavier também trazem muitas explicações sobre o interessante tema. 

   Há, também, uma série enumerável de livros de mensagens enviadas por desencarnados aos entes queridos que ficaram. Entre eles, o famoso Jovens no além, de 1975, recebido por Chico Xavier. O filme Joelma 23º andar, baseado no incêndio ocorrido em São Paulo, mostra bem a questão da continuidade da vida.

   Não tema a morte. Ela faz parte do processo evolutivo. Viva de maneira prudente, faça o bem que puder e quando soar seu momento, vá sem medo. Mas nunca a busque ou a precipite. Tudo tem seu momento na vida e todos temos algo a fazer num tempo programado. Para aqueles que foram antes, guarde a convicção de breve reencontro e ore pela felicidade deles. Eles receberão a mensagem de seu coração.

Orson Peter Carrara

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Convite de Aniversário

O GMR ESPÍRITA


Convida
A todos os Guardas Municipais do Recife, Familiares e a toda a comunidade espírita, para participarem de uma Palestra comemorativa ao 11° Aniversário do Grupo de Estudos Espíritas da GMR.
  • Tema: O amor infinito de Jesus de Nazaré
  • Palestrante:  Profª. Isabel Viana
  • Local:  Auditório da GM Recife
  • Data:  29/09/2010 - Quarta feira
  • Hora:  16:00h





         
    Compareça! Participe! 
    Você é nosso convidado especial.

Fé inabalável é somente aquela que pode encarar a razão face a face,  em todas as épocas da humanidade.
 Alan Kardec






    ec

sábado, 28 de agosto de 2010

NOSSO LAR - O FILME


QUERIDOS IRMÃOS E IRMÃS.

MAIS DE 1.600.000 (UM MILHÃO E SEISCENTOS MIL) ESPECTADORES JÁ FORAM ASSISTIR A "NOSSO LAR", NUM CURTO PERÍODO DE 10 DIAS EM CARTAZ. ESTÁ NA 2ª COLOCAÇÃO DOS FILMES MAIS ASSISTIDOS DESTE ANO, PERDENDO APENAS PARA "CHICO XAVIER - O FILME", COM 3,4 MILHÕES.

NOSSO LAR” É UM LONGA METRAGEM EMPOLGANTE, RECHEADO DE MUITAS EMOÇÕES, QUE NOS DEIXOU EXTASIADOS DESDE O INÍCIO A ÚLTIMA CENA. AO FINAL, TINHAM PESSOAS QUE NEM CONSEGUIAM SE LEVANTAR DAS POLTRONAS, DADO O GRAU DE EMOÇÃO QUE SENTIAM. O SILÊNCIO E A PERPLEXIDADE ENVOLVEU A TODOS OS PRESENTES, MESMO ÀQUELES QUE LERAM O LIVRO MAIS DE UMA VEZ.
É UMA SUPERPRODUÇÃO BRASILEIRA COM TECNOLOGIA E EFEITOS VISUAIS DOS MELHORES FILMES INTERNACIONAIS, EM NADA DEIXANDO A DESEJAR. COM UM ELENCO EXCEPCIONAL QUE TRADUZIU PELA DRAMATURGIA O SENTIMENTO E O COMPORTAMENTO DOS HABITANTES DAQUELA COLÔNIA ESPIRITUAL.

ENFIM, RECOMENDAMOS A TODOS QUE ASSISTAM AO “NOSSO LAR”.

VÁ SE EMOCIONAR TAMBÉM!!! DÊ ESTE PRESENTE A VOCÊ MESMO!!!

APOSTAMOS QUE VAI SAIR DE LÁ COM O GOSTINHO DE QUERO MAIS...

MUITA PAZ A TODOS!!!
DEUS OS ABENÇOEM!!!

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

NA ESFERA DO REAJUSTE

“Não te admires de eu te dizer: importa-vos nascer de novo."  Jesus (João, 3:7)

Empeços e provações serão talvez os marcos que te assinalem a estrada hoje.

Diligenciemos, porém, com a reencarnação a retificar os erros e a ressarcir os débitos de ontem, para que a luz da verdade e o apoio da harmonia nos felicitem o caminho, amanhã...

A questão intrincada que te apoquenta agora, quase sempre, é o problema que abandonaste sem solução entre os amigos que, em outro tempo, se rendiam, confiantes, ao teu arbítrio.
O parente complicado que julgas carregar, por espírito de heroísmo, via de regra, é a mesma criatura que, em outra época, arrojaste ao desespero e à perturbação.


Ideais nobilitantes pelos quais toleras agressões e zombarias, considerando-te incompreendido seareiro do progresso, em muitas ocasiões, são aqueles mesmos princípios que outrora espezinhaste, insultando a sinceridade dos companheiros que a eles se associavam.


Calúnias que arrostas, crendo-te guindado aos píncaros da virtude pela paciência que evidencias, habitualmente nada mais são que o retorno das injúrias que assacaste, noutras eras, contra irmãos indefesos.


Falhas do passado procuram-te responsável, no corpo, na família, na sociedade ou na profissão, pedindo-te reajuste.

"Necessário vos é nascer de novo" – disse-nos Jesus.


Bendizendo, pois, a reencarnação, empenhemo-nos a trabalhar e aprender, de novo, com atenção e sinceridade, para que venhamos a construir e acertar em definitivo.

Emmanuel
(Do Livro “Palavras de Vida Eterna” - Francisco Cândido Xavier)

Página gentilmente enviada pelo Blog Espírita na Net
http://espiritananet.blogspot.com/2010/08/na-esfera-do-reajuste.html

Clique abaixo e confira também!

GENTILEZAS DIÁRIAS

A LEI DO AMOR

CELEBRE CADA NOVO DIA

BIOGRAFIA DE CHICO XAVIER

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

DIAS DE SOMBRA

Coincidentemente, há dias que se caracterizam pela sucessão de ocorrências desagradáveis. Nada parece dar certo. Todas as atividades se confundem, e os fatos se apresentam deprimentes, perturbadores. A cada nova tentativa de ação, outros insucessos ocorrem, como se os fenômenos naturais transcorressem de forma contrária.

Nessas ocasiões, as contrariedades aumentam, e o pessimismo se instala nas mentes e na emoção, levando-as a lembranças negativas com presságios deprimentes.

Quem lhe padece a injunção tende ao desânimo, e refugia-se em padrões psicológicos de auto-aflição, de infelicidade, de desprezo por si mesmo.

Sente-se sitiado por forças descomunais, contra as quais não pode lutar, deixando-se arrastar pelas correntes contrarias, envenenando-se com o mau humor.

São esses, dias de provas, e não para desencanto; de desafio, e não para a cessação do esforço.

Quando recrudescem as dificuldades, maior deve ser o investimento de energias, e mais cuidadosa a aplicação do valor moral da batalha.

Desistindo-se sem lutar, mais rápido se dá o fracasso, e quando se vai ao enfrentamento com idéias de perda, parte do labor já está perdido.

***
Nesses dias sombrios, que acontecem periodicamente, e às vezes se tornam contínuos, vigia mais e reflexiona com cuidado. Um insucesso é normal, ou mesmo mais de um, num campo de variadas atividades. Todavia, a intermina sucessão deles pode ter gênese em fatores espirituais perniciosos, cujas personagens se interessam em prejudicar-te, abrindo espaços mentais e emocionais para intercâmbio nefasto contigo, de caráter obsessivo.

Quanto mais te irritares e te entregares à depressão, mais forte se te fará o cerco e mais ocorrências infelizes tomarão forma. Não te debatas até a exaustão, nadando contra a correnteza. Vence-lhe o fluxo, contornando a direção das águas velozes.

Há mentes espirituais maldosas, que te acompanham, interessadas no teu fracasso. Reage-lhes a insídia mediante a oração, o pensamento otimista, a irrestrita confiança em DEUS.

Rompe o moto-contínuo dos desacertos, mudando de paisagem mental, de forma que não vitalizes o agente perturbador.

Ouve uma música enriquecedora, que te leve a reminicênscias agradáveis ou a planificações animadoras. Lê uma pagina edificante do Evangelho ou de outra obra de conteúdo nobre, a fim de te renovares emocionalmente.

Afasta-te do bulício e repousa; contempla uma região que te arranque do estado desanimador. Pensa no teu futuro ditoso, que te aguarda. Eleva-te a DEUS com unção e romperás as cadeias da aflição.

***
Há sempre Sol brilhando além das nuvens sombrias, e quando ele é colocado no mundo íntimo, nenhuma ameaça de trevas consegue apagar-lhe, ou sequer diminuir-lhe a intensidade da luz. Segue-lhe a claridade e vence o teu dia de insucessos, confiante e tranquilo.

Joanna de Ângelis
(Da obra “Momentos de Saúde” - Psicografia: Divaldo Franco)

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