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domingo, 24 de julho de 2011

Terapia do Autoconhecimento

A grande maioria das pessoas já ouviu falar na célebre frase proferida por um sábio da antiguidade “Conhece-te a ti mesmo”. Partindo desse pressuposto e com o objetivo de refletir um pouco mais sobre o assunto propomos a leitura do texto abaixo.


Silencia as ansiedades do sentimento e acalma os tormentos, reflexionando em torno das tuas reais necessidades.

Aprofunda a auto-análise e tem a coragem de te desnudares perante a própria consciência.

Enumera as mais graves emoções perturbadoras e raciocina sobre a sua vigência no teu comportamento.

Enfrente-as, uma a uma, não as justificando sob o desculpismo habitual.

Resolve-te por sanar a situação aflitiva dos teus dias, optando pela aquisição da saúde.

Consciente de que és o que fizeste de ti, e poderás ser o que venhas a fazer de ti próprio, não postergues a decisão do autoencontro.

Enquanto a anestesia da mentira te obnubile o raciocínio transita de um para outro problema, sem que consigas a paz real.

Reunirás valores de fora, que perdem o significado, logo são conseguidos, anelando pelo bem-estar fugidio, que se te anuncia e logo desaparece.

O homem que se conhece possui um tesouro no coração.

O discernimento que o caracteriza é a sua luz acesa no imo, apontando-lhe rumo.
 
Conhecendo a fragilidade da veste carnal, valoriza cada hora e aplica-a bem, vivendo-a intensamente, em cujo comportamento recolherás os melhores frutos.

Cada vez que te resolvas por te autodescobrires, conduze uma proposta de libertação.

Começa pelos vícios sociais da mentira, da maledicência, da calúnia, do pessimismo, da suspeita, passando aos dramas do comportamento, na inveja, no ciúme, no ressentimento, no rancor, no ódio...

Posteriormente, elabora as medidas educativas às dependências, aos alcoólicos, ao tabagismo, às drogas alucinógenas, à luxuria, aos distúrbios de conduta e às investidas das alucinações psicológicas...

Cada passo ser-te-á uma conquista nova. Toda vitória, por pequena que se te apresente, significará um avanço.

Como os condicionamentos são a segunda natureza, em a natureza humana, gerarás hábitos salutares, que te plenificarão por forma de equilíbrio e paz.

Toda terapia eficiente impõe disciplinas saudáveis, às vezes ásperas, cujos resultados chegam, à medida que são utilizadas.  Na do autodescobrimento, a coragem e o interesse pela própria realização facultarão as forças para que não desistas no tentame, nem te entregues à acomodação mental que te informa ser impossível executá-la.

Começa hoje e agora, aguardando que o tempo realize, na cura o ciclo que investiste para que se te instalassem os distúrbios.

MOMENTOS DE ILUMINAÇÃO / JOANNA DE ÂNGELIS / DIVALDO PEREIRA FRANCO

Fonte: Informativo GEAL – Julho de 2011

http://www.geal.org.br/imagem/Julho%202011.pdf


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GENTILEZAS DIÁRIAS

NORMA DE CONDUTA: EXEMPLO DE JESUS

CELEBRE CADA NOVO DIA

O BEM SILENCIOSO

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sábado, 26 de fevereiro de 2011

O Carnaval na Visão Espírita

“Atrás do trio elétrico também vai quem já “morreu”...”.


“Atrás do trio elétrico só não vai que já morreu...”. – Caetano Veloso . 

Ao contrário do que reza o frevo de Caetano Veloso, não são somente os “vivos” que formam a multidão de foliões que se aglomera nas ruas das grandes cidades brasileiras ou de outras plagas onde se comemore o Carnaval. O Espiritismo nos esclarece que estamos o tempo todo em companhia de uma inumerável legião de seres invisíveis, recebendo deles boas e más influências a depender da faixa de sintonia em que nos encontremos. Essa massa de espíritos cresce sobremaneira nos dias de realização de festas pagãs, como é o Carnaval. Nessas ocasiões, como grande parte das pessoas se dá aos exageros de toda sorte, as influências nefastas se intensificam  e muitos dos encarnados se deixam dominar por espíritos maléficos, ocasionando os tristes casos de violência criminosa, como os homicídios e suicídios, além dos desvarios sexuais que levam à paternidade e maternidade irresponsáveis. Se antes de compor sua famosa canção o filho de Dona Canô tivesse conhecido o livro “Nas Fronteiras da Loucura”, ditado ao médium Divaldo Pereira Franco pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda, talvez fizesse uma letra diferente e, sensível como o poeta que é, cuidaria de exortar os foliões “pipoca” e aqueles que engrossam os blocos a cada ano contra os excessos de toda ordem. Mas como o tempo é o senhor de todo entendimento, hoje Caetano é um dos muitos artistas que pregam a paz no Carnaval, denunciando, do alto do trio elétrico, as manifestações de violência que consegue flagrar na multidão.

No livro citado, Manoel Philomeno, que quando encarnado desempenhou atividades médicas e espiritistas em Salvador, relata episódios protagonizados pelo venerando Espírito Bezerra de Menezes, na condução de equipes socorristas junto a encarnados em desequilíbrios.

Philomeno registra, dentre outros pontos de relevante interesse, o encontro com um certo sambista desencarnado, o qual não é difícil identificar como Noel Rosa, o poeta do bairro boêmio de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, muito a propósito, integrava uma dessas equipes socorristas encarregadas de prestar atendimento espiritual durante os dias de Carnaval. Interessado em colher informações para a aprendizagem própria (e nossa também!), Philomeno inquiriu Noel sobre como este conciliava sua anterior condição de “sambista vinculado às ações do Carnaval com a atual, longe do bulício festivo, em trabalhos de socorro ao próximo”. Com tranqüilidade, o autor de “Camisa listrada” respondeu que em suas canções traduzia as dores e aspirações do povo, relatando os dramas, angústias e tragédias amorosas do submundo carioca, mas compreendeu seu fracasso ao desencarnar, despertando “sob maior soma de amarguras, com fortes vinculações aos ambientes sórdidos, pelos quais transitara em largas aflições”.

No entanto, a obra musical de Noel Rosa cativara tantos corações que os bons sentimentos despertados nas pessoas atuaram em seu favor no plano espiritual; “Embora eu não fosse um herói, nem mesmo um homem que se desincumbira corretamente do dever, minha memória gerou simpatias e a mensagem das musicas provocou amizades, graças a cujo recurso fui alcançado pela Misericórdia Divina, que me recambiou para outros sítios de tratamento e renovação, onde despertei para realidades novas”. Como acontece com todo espírito calceta que por fim se rende aos imperativos das sábias leis, Noel conseguiu, pois, descobrir “que é sempre tempo de recomeçar e de agir” e assim ele iniciou a composição de novos sambas, “ao compasso do bem, com as melodias da esperança e os ritmos da paz, numa Vila de amor infinito...”.

Entre os anos 60 e 70, Noel Rosa integrava a plêiade de espíritos que ditaram ao médium, jornalista e escritor espírita Jorge Rizzini a série de composições que resultou em dois discos e apresentações em festivais de músicas mediúnicas em São Paulo. O entendimento do Poeta da Vila quanto às ebulições momescas, é claro, também mudou: “O Carnaval para mim, é passado de dor e a caridade, hoje, é-me festa de todo, dia, qual primavera que surge após inverno demorado, sombrio”.

“A carne nada vale”. O Carnaval, conforme os conceitos de Bezerra de Menezes, é festa que ainda guarda vestígios da barbárie e do primitivismo que ainda reina entre os encarnados, marcado pelas paixões do prazer violento. Como nosso imperativo maior é a Lei de Evolução, um dia tudo isso, todas essas manifestações ruidosas que marcam nosso estágio de inferioridade desaparecerão da Terra. Em seu lugar, então, predominarão a alegria pura, a jovialidade, a satisfação, o júbilo real, com o homem despertando para a beleza e a arte, sem agressão nem promiscuidade. A folia em que pontifica o Rei Momo já foi um dia a comemoração dos povos guerreiros, festejando vitórias; foi reverência coletiva ao deus Dionísio, na Grécia clássica, quando a festa se chamava bacanalia; na velha Roma dos césares, fortemente marcada pelo aspecto pagão, chamou-se saturnalia e nessas ocasiões se imolava uma vítima humana.

Na Idade Média, entretanto, é que a festividade adquiriu o conceito que hoje apresenta, o de uma vez por ano é lícito enlouquecer, em homenagem aos falsos deuses do vinho, das orgias, dos desvarios e dos excessos, em suma. 

Bezerra cita os estudiosos do comportamento e da psique da atualidade, “sinceramente convencidos da necessidade de descarregarem-se as tensões e recalques nesses dias em que a carne nada vale, cuja primeira silaba de cada palavra compõe o verbete carnaval”. Assim, em três ou mais dias de verdadeira loucura, as pessoas desavisadas, se entregam ao descompromisso, exagerando nas atitudes, ao compasso de sons febris e vapores alucinantes. Está no materialismo, que vê o corpo, a matéria, como inicio e fim em si mesmo, a causa de tal desregramento. Esse comportamento afeta inclusive aqueles que se dizem religiosos, mas não têm, em verdade, a necessária compreensão da vida espiritual, deixando-se também enlouquecer uma vez por ano.

Processo de loucura e obsessão. As pessoas que se animam para a festa carnavalesca e fazem preparativos organizando fantasias e demais apetrechos para o que consideram um simples e sadio aproveitamento das alegrias e dos prazeres da vida, não imaginam que, muitas vezes, estão sendo inspiradas por entidades vinculadas às sombras. Tais espíritos, como informa Manoel Philomeno, buscam vitimas em potencial “para alijá-las do equilíbrio, dando inicio a processos nefandos de obsessões demoradas”. Isso acontece tanto com aqueles que se afinizam com os seres perturbadores, adotando comportamento vicioso, quanto com criaturas cujas atitudes as identificam como pessoas respeitáveis, embora sujeitas às tentações que os prazeres mundanos representam, por também acreditarem que seja lícito enlouquecer uma vez por ano.

Esse processo sutil de aliciamento esclarece o autor espiritual, dá-se durante o sono, quando os encarnados, desprendidos parcialmente do corpo físico, fazem incursões às regiões de baixo teor vibratório, próprias das entidades vinculadas às tramas de desespero e loucura. Os homens que assim procedem não o fazem simplesmente atendendo aos apelos magnéticos que atrai os espíritos desequilibrados e desses seres, mas porque a eles se ligam pelo pensamento, “em razão das preferências que acolhem e dos prazeres que se facultam no mundo íntimo”. Ou seja, as tendências de cada um, e a correspondente impotência ou apatia em vencê-las, são o imã que atrai os espíritos desequilibrados e fomentadores do desequilíbrio, o qual, em suma, não existiria se os homens se mantivessem no firme propósito de educar as paixões instintivas que os animalizam. 

Há dois mil anos. Tal situação não difere muito dos episódios de possessão demoníaca aos quais o Mestre Jesus era chamado a atender, promovendo as curas “milagrosas” de que se ocupam os evangelhos. Atualmente, temos, graças ao Espiritismo, a explicação das causas e conseqüências desses fatos, desde que Allan Kardec fora convocado à tarefa de codificar a Doutrina dos Espíritos. Conforme configurado na primeira obra da Codificação – O Livro dos Espíritos -, estamos, na Terra, quase que sob a direção das entidades invisíveis: “Os espíritos influem sobre nossos pensamentos e ações?”, pergunta o Codificador, para ser informado de que “a esse respeito sua (dos espíritos) influência é maior do que credes porque, freqüentemente, são eles que vos dirigem”. Pode parecer assustador, ainda mais que se tem os espíritos ainda inferiorizados à conta de demônios.

Mas, do mesmo modo como somos facilmente dominados pelos maus espíritos, quando, como já dito, sintonizamos na mesma freqüência de pensamento, também obtemos, pelo mesmo processo, o concurso dos bons, aqueles que agem a nosso favor em nome de Jesus. Basta, para tanto, estarmos predispostos a suas orientações, atentos ao aviso de “orar e vigiar” que o Cristo nos deu há dois mil anos, através do cultivo de atitudes salutares, como a prece e a praticada caridade desinteressada. Esta última é a característica de espíritos como Bezerra de Menezes, que em sua última encarnação fora alcunhado de “o médico dos pobres” e hoje é reverenciado no meio espírita como “o apostolo da caridade no Brasil”.

Fonte: Visão Espírita – março 2000

Divulgação: O Mensageiro – Revista Espírita do 3º Milênio (www.omensageiro.com.br) - 01/03/2004
 
Este texto foi retirado de:     http://www.rccg.biz/mesp/mensesp36.htm

  Vamos democratizar este espaço e discutir esse assunto. Você pode postar aqui o seu comentário (clicando na palavra "Comentários" abaixo) e contribuir para o melhor entendimento desse tema. Não haverá retaliação quanto as postagens e sim discussão do assunto. 


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O CARNAVAL NA VISÃO ESPÍRITA II

O CARNAVAL NA VISÃO ESPÍRITA III

AS GERAÇÕES FUTURAS

DIAS DE SOMBRA

NORMA DE CONDUTA: EXEMPLO DE JESUS

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Convite de Aniversário

O GMR ESPÍRITA


Convida
A todos os Guardas Municipais do Recife, Familiares e a toda a comunidade espírita, para participarem de uma Palestra comemorativa ao 11° Aniversário do Grupo de Estudos Espíritas da GMR.
  • Tema: O amor infinito de Jesus de Nazaré
  • Palestrante:  Profª. Isabel Viana
  • Local:  Auditório da GM Recife
  • Data:  29/09/2010 - Quarta feira
  • Hora:  16:00h





         
    Compareça! Participe! 
    Você é nosso convidado especial.

Fé inabalável é somente aquela que pode encarar a razão face a face,  em todas as épocas da humanidade.
 Alan Kardec






    ec

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

ÚNICO MODELO


Filhos, lutai contra os pensamentos infelizes que vos criam hábitos perniciosos.


A viciação mental escraviza o espírito nas ações em que encontra comparsas, visíveis e invisíveis, para que se consumam.

Todo hábito é adquirido. Não acrediteis na força determinante da hereditariedade, como ser capaz de transferir para o corpo o que é responsabilidade da alma.

Não vos acostumeis ao mal, para que o mal não se acostume a vos utilizar como instrumentos de sua propagação no mundo.

O espírito vive na órbita de seus próprios pensamentos e respira na atmosfera de seus anseios mais íntimos.

Que a vossa vida oculta seja como a vida que viveis para que os homens vos vejam.

Não acalenteis ideias enfermiças, porquanto toda ideia ardentemente acalentada tende a concretizar-se.

A dificuldade de se viver com retidão está no fato de não se procurar preencher os espaços vazios da alma com objetivos enobrecedores.

Quem se habitua à escuridão da caverna sente-se enceguecido com a luz que brilha lá fora...

Que a disciplina espiritual, oriunda do cumprimento do dever, vos possibilite a subjugação do corpo.

Os prazeres efêmeros a que aspirais, quando passam, deixam sequelas de longa duração nos mecanismos da alma.

Quantas vezes o remorso, agindo do inconsciente, aniquila o veículo que possibilitou ao espírito os terríveis equívocos cometidos?

Enfermidades de etiologia obscura, tumorações malignas, súbitas alterações cardiovasculares, disfunções de certos órgãos vitais ou queda da resistência imunológica, oportunizando o aparecimento de graves infecções, podem ser desencadeadas por um processo de autofagia moral, em que o ser pretende libertar-se da vestimenta física em que se corrompe, esquecido de que a causa de todos os seus males e aflições reside em sua própria essência.

Filhos, fora do corpo, o espírito prossegue vivendo de acordo com as suas inclinações e tendências. A morte em si não transforma ninguém. Se desejais mudança substancial adotai Jesus como o Único Modelo de vossas vidas!


Por: Bezerra de Menezes

Livro: A Coragem da Fé

Psicografia: Carlos Bacelli


Mensagem retirada do Blog Espírita na Net, através do link:


http://espiritananet.blogspot.com/

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UM HOMEM CHAMADO JESUS

NORMA DE CONDUTA: EXEMPLO DE JESUS

JESUS E O MUNDO

SER ESPÍRITA

FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER

domingo, 25 de abril de 2010

SER ESPÍRITA

Filhos, ser espírita é oportunidade de vivenciar o Evangelho em espírito e verdade.



O seguidor da Doutrina é alguém que caminha sobre o mundo, mais consciente de seus erros que de seus acertos. Por este motivo - pela impossibilidade de conformar os interesses do homem velho com os anseios do homem novo, ele quase sempre deduz que professar a fé espírita não é tarefa fácil.

Toda mudança de hábito, principalmente daquele que lhe esteja mais arraigado, impõe à criatura encarnada sacrifícios inomináveis.

O rompimento com o “eu” é um parto laborioso, em que, não raro, sem experimentar inúmeras recaídas, o espírito não vem à luz...

O importante é que não vos deixeis desalentar. Recordai que, para o trabalho inicial do Evangelho, Jesus requisitou o concurso de doze homens e não de doze anjos.

Talvez o problema maior para os companheiros de ideal que se permitem desanimar, ante as fragilidades morais que evidenciam, seja o fato de suporem ser o que ainda não o são.

Sem dúvida, os que vivem ignorando as próprias necessidades, aparentemente vivem em maior serenidade de quantos delas já tomaram consciência; não olvideis, contudo, que a apiração do melhor é intrínseca à sua natureza - o homem sempre há de querer ser mais...

Na condição, pois, de esclarecidos seguidores da Doutrina Espírita, nunca espereis vos acomodar, desfrutando da paz ilusória dos que não se aprofundam no conhecimento da Verdade que liberta.

Onde estiverdes, estareis sempre inquietos pelo amanhã.

A aflição que Jesus bem-aventurou, é aquela que experimenta quem se põe a caminho e não descansa antes de concluir a jornada.



Filhos, apesar dos percalços externos e de vossos conflitos íntimos, aceitai no Espiritismo a vossa melhor chance de redenção espiritual, e isto desde o começo de vossas experiências reencarnatórias. Valorizai o ensejo bendito e não culpeis a Doutrina pelas vossas mazelas.

Por: Bezerra de Menezes
Livro: A Coragem da Fé
Psicografia: Carlos Bacelli
 
Extraído de: Espírita na Net   http://espiritananet.blogspot.com/2010/04/ser-espirita.html

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A LEI DO AMOR

O BEM SILENCIOSO

O QUE É O ESPIRITISMO?

BIOGRAFIA DE CHICO XAVIER

PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ESPIRITISMO

domingo, 28 de março de 2010

FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER



Irmãos!
No dia 02 de abril deste ano, se o nosso Chico Xavier estivesse ainda encarnado entre nós, como companheiro de jornada terrena, estaria completando 100 aninhos de vida física. Porém, neste mesmo dia 02 de abril será veiculado nos melhores cinemas da cidade o filme “Chico Xavier”(Assista ao trailer no final desta mensagem), um trabalho audiovisual que nos dará a oportunidade de conhecer quem foi este ícone do Espiritismo no Brasil, ao mesmo tempo que reconhece a sua elevada condição de servidor do cristianismo no país e no mundo.

Francisco Cândido Xavier nascido como Francisco de Paula Cândido mais conhecido popularmente por Chico Xavier, notabilizou-se como médium e célebre divulgador do Espiritismo no Brasil.

Nascido em Pedro Leopoldo, região metropolitana de Belo Horizonte, era filho de Maria João de Deus e João Cândido Xavier. Educado na fé católica, Chico teve seu primeiro contato com a Doutrina Espírita em 1927, após fenômeno obsessivo verificado com uma de suas irmãs. Passa então a estudar e a desenvolver sua mediunidade que, como relata em nota no livro Parnaso de Além-Túmulo (primeiro livro escrito pelo médium, publicado em 1932), somente ganhou maior clareza em finais de 1931. O seu nome de batismo Francisco de Paula Cândido foi dado em homenagem ao santo do dia de seu nascimento, substituido pelo nome paterno de Francisco Cândido Xavier logo que rompeu com o catolicismo e escreveu seus primeiros livros e mudado oficialmente em abril 1966, quando da segunda viagem de Chico aos Estados Unidos.

Segundo biógrafos, a mediunidade de Chico teria se manifestado pela primeira vez aos quatro anos de idade, quando ele respondeu ao pai sobre ciências, durante conversa com uma senhora sobre gravidez. Ele dizia ver (clarividência) e ouvir (clariaudiência) os espíritos ao mesmo tempo conversava com eles. Aos 5 anos conversava com a mãe, já desencarnada. Na casa da madrinha, foi muito maltratado, chegando a levar garfadas na barriga. Aos sete anos de idade, saiu da casa da madrinha para voltar a morar com o pai, já casado outra vez. Ele, para ajudar nas despesas da casa trabalhava e estudava em escola pública. Por conseqüência, dormia apenas sete horas por dia.

Chico Xavier psicografou 412 livros. Nunca admitiu ser o autor de nenhuma dessas obras. Reproduzia apenas o que os espíritos lhe ditavam. Por esse motivo, não aceitava o dinheiro arrecadado com a venda de seus livros. Vendeu mais de 20 milhões de exemplares. Cedeu os direitos autorais para organizações espíritas e instituições de caridade, desde o primeiro livro.

Chico Xavier faleceu aos 92 anos de idade em decorrência de parada cardíaca. Conforme relatos de amigos e parentes próximos, Chico teria pedido a Deus para morrer em um dia em que os brasileiros estariam muito felizes, e que o país estaria em festa, por isso ninguém ficaria triste com seu passamento. O país festejava a conquista da Copa do Mundo de futebol de 2002 no dia de seu falecimento. Chico foi eleito o mineiro do século XX, seguido por Santos Dumont e Juscelino Kubitschek.

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BIOGRAFIA DE CHICO XAVIER

GENTILEZAS DIÁRIAS

A LEI DO AMOR

PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ESPIRITISMO

O QUE É O ESPIRITISMO?

domingo, 3 de janeiro de 2010

Carta de Ano Novo

Ano Novo é também renovação de nossa oportunidade de aprender, trabalhar e servir.


O tempo, como paternal amigo, como que se reencarna no corpo do calendário, descerrando-nos horizontes mais claros para a necessária ascensão.


Lembra-te de que o ano em retorno é novo dia a convocar-te para execução de velhas promessas, que ainda não tiveste a coragem de cumprir.


Se tens inimigo, faze das horas renascer-te o caminho da reconciliação.


Se foste ofendido, perdoa, a fim de que o amor te clareie a estrada para frente.


Se descansaste em demasia, volve ao arado de tuas obrigações e planta o bem com destemor para a colheita do porvir.


Se a tristeza te requisita, esquece-a e procura a alegria serena da consciência feliz no dever bem cumprido.


Novo Ano! Novo Dia!


Sorri para os que te feriram e busca harmonia com aqueles que te não entenderam até agora.


Recorda que há mais ignorância que maldade, em torno de teu destino.


Não maldigas, nem condenes.


Auxilia a acender alguma luz para quem passa ao teu lado, na inquietude da escuridão.


Não te desanimes, nem te desconsoles.


Cultiva o bom ânimo com os que te visitam, dominados pelo frio do desencanto ou da indiferença.


Não te esqueças de que Jesus jamais se desespera conosco e, como que oculto ao nosso lado, paciente e bondoso, repete-nos de hora a hora:


- Ama e auxilia sempre.


Ajuda aos outros, amparando a ti mesmo, porque se o dia volta amanhã, eu estou contigo, esperando pela doce alegria da porta aberta de teu coração.

Emmanuel

Vida e Caminho - Francisco Cândido Xavier

Veja também no seguinte endereço:

http://www.febnet.org.br/site/mensagens-espiritas/mensagem-fim-de-ano-2-2009.php

 
 
O Grupo de Estudos Espíritas da Guarda Municipal do Recife lhe deseja um felicíssimo 2010, com muito sucesso, saúde, alegria e paz em Jesus.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

NORMA DE CONDUTA: EXEMPLO DE JESUS CRISTO

Falemos hoje da ingratidão,
da luz que a doutrina dos espíritos traz a todos,
com seus esclarecimentos,
para aqueles que são pagos pela ingratidão.

Prezados irmãos e irmãs.
Tomemos o Cristo como exemplo.
Exemplo para a nossa vida, nossos atos,
nossos pensamentos.
Tomemos o Cristo como referencia
para as nossas atitudes mentais diárias.

Recebemos ingratidão?
Pensemos nos exemplos do Cristo.
Recebemos perseguição?
Pensemos nos exemplos do Cristo.
Recebemos calunia?
Pensemos nos exemplos do Cristo.

Recebemos difamação?
Pensemos nos exemplos do Cristo.
Recebemos injurias?
Pensemos nos exemplos do Cristo.

Antes de reagirmos aos atos que nos atingem,
pensemos nos exemplos do Cristo.
Antes de tomarmos qualquer atitude,
lembremos dessas situações.

Que são situações-amigas,
que nos auferem o nosso grau
de entendimento,
aceitação e
pratica dos ensinamentos cristicos.

Como provas que somos submetidos e
a oportunidade de mostrarmos
realmente o nosso aprendizado.

Tomemos sempre o Cristo como exemplo.
Situações difíceis.
Busquemos a orientação cristica.

Porém lembremos, que fomos nós mesmos,
que pedimos a providencia divina,
essa oportunidade de
avaliarmos a nós mesmos.

Aproveitemos essa oportunidade e
coloquemos em pratica os ensinamentos cristicos,
o amar ao próximo como a si mesmo.
Aproveitemos essa oportunidade, e
coloquemos em pratica o
fora da caridade não há salvação.

Enfim, vocês são alunos de uma escola
chamada terra.
Numa escola há provas e testes
para a avaliação dos alunos.

A diferença é que, todos pediram
para ser matriculados e
se sujeitariam as provas e testes.

Porém, a cada um afiançou que,
prova por prova,
expiação e expiação,
teste e teste,
tomariam como norma de conduta e solução:

os ensinamentos cristicos e
o fora da caridade não há salvação.

Muita Paz.



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UM HOMEM CHAMADO JESUS

JESUS E O MUNDO

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A LEI DO AMOR

O QUE É O ESPIRITISMO?

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

NATAL EM NÓS

"Eis que vos trago uma Boa Nova de grande alegria: na cidade de David acaba de vos nascer, hoje, o Salvador, que é Cristo, Senhor...

Glória a Deus nas alturas, paz na Terra aos homens de boa vontade.”

Assim foi anunciado, aos pastores de Belém, por um Mensageiro celeste, o grande acontecimento.

Nas palavras "vos nascer" está toda a importância do Natal. Jesus nasceu para cada um em particular.

Não se trata de um fato histórico, de caráter geral. É um acontecimento que, particularmente, diz respeito a cada um.

Realmente, a obra do Nazareno só tem eficácia quando individualizada.

A redenção, que é obra de educação, tem de partir da parte para o todo. Do indivíduo para a coletividade.

Enquanto esperamos que o ambiente se modifique não haverá mudanças. Cada um de nós deve realizar a sua modificação.

Depende somente de nós.

O Natal, desta forma, é aquele que se concretizará em nós, com a nossa vontade e colaboração.

O estábulo e a manjedoura da cidade de David não devem servir somente para composições poéticas ou literárias.

Devemos entendê-los como símbolos de virtudes, sem as quais nada conseguiremos, no que diz respeito ao nosso aperfeiçoamento.

O Espírito encarnado na Terra não progride ao acaso. Mas sim pelo influxo das energias próprias, orientadas por Aquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida.

Assim, toda a magia do Natal está em cada um receber e concentrar em si esse advento.

Jesus é uma realidade. Ele é a Verdade, a Justiça e o Amor.

Onde estes elementos estiverem presentes, Ele aí estará.

Jesus não é o fundador de nenhum credo ou seita. Ele é o revelador da Lei Eterna, o expoente máximo da verdade, da vontade de Deus.

Jesus é a Luz do Mundo. Assim como o sol não ilumina somente um hemisfério, mas sim toda a Terra, assim o Divino Pastor apascenta com igual carinho todas as ovelhas do Seu redil.

O Espírito do Cristo vela sobre as Índias, a China e o Japão, como sobre a Europa e a América.

Não importa que O desconheçam quanto à denominação. Ele inspira aos homens a revelação divina, o evangelho do amor.

Aqui Lhe dão um nome, ali um outro título.

O que importa é que Ele é o mediador de Deus para os homens, e intérprete da Sua Lei.

Onde reside o Espírito do Cristo, aí há liberdade. Jesus jamais obrigou ninguém a crer desta ou daquela forma.

Sábio educador, sabia falar ao íntimo da criatura, despertar as energias latentes que ali dormiam.

Esta a Sua obra: de educação. Porque educar é pôr em ação, é agitar os poderes anímicos, dirigindo-os ao bem e ao belo, ao justo e ao verdadeiro.

Este é o ideal de perfeição pelo qual anseia a alma prisioneira da carne.

Jesus nasceu há mais de vinte séculos...

Mas o Seu natalício, como tudo o que Dele provém, reveste-se de perpetuidade.

O Natal do Divino Enviado é um fato que se repete todos os dias. Foi de ontem, é de hoje, será de amanhã e de sempre.

Os que ainda não sentiram em seu interior a influência do Espírito do Cristo, ignoram que Ele nasceu.

Só se sabe das coisas de Jesus por experiência própria. Só após Ele haver nascido na palha humilde do nosso coração é que chegamos a entendê-Lo,assimilando em Espírito e Verdade os Seus ensinos.

* * *

Neste Natal lhe desejamos muita paz. Em nome do Celeste Menino, o abraçamos.

Jesus lhe abençoe a vida e lhe confira redobradas oportunidades de servir no bem.

Que Sua mensagem de amor lhe penetre a alma em profundidade e que juntos possamos, em nome Dele, espalhar sementes de bondade, pela terra árida e sofrida dos que não crêem, porque ainda não O conhecem.

Redação do Momento Espírita com base no cap. 4 do livro Na seara do mestre, de Vinícius, ed. Feb.


            FELIZ NATAL E UM 2010 DE MUITAS REALIZAÇÕES!
          
           É o que deseja o Grupo de Estudos Espíritas da GMR.