terça-feira, 20 de março de 2012

Resumo dos Principais Pontos da Doutrina Espírita

Autor: Allan Kardec

Os seres que se comunicam designam-se, a si mesmos, como o dissemos, sob o nome de Espíritos ou de Gênios, tendo pertencido, pelo menos alguns, a homens que viveram na Terra. Eles constituem o mundo espiritual, como nós constituímos, durante nossa vida, o mundo corporal.

Resumimos assim, em poucas palavras, os pontos mais importantes da Doutrina que eles nos transmitiram, a fim de respondermos mais facilmente a algumas objeções.

“Deus é eterno, imutável, imaterial, único, todo-poderoso, soberanamente justo e bom.”

“Criou o universo, que compreende todos os seres animados e inanimados, materiais e imateriais.”

“Os seres materiais constituem o mundo visível ou corporal; os seres imateriais, o mundo invisível ou espírita, ou seja, dos Espíritos.”

“O mundo espírita é o mundo normal, primitivo, eterno, preexistindo e sobrevivendo a tudo.”

“O mundo corporal é apenas secundário, poderia deixar de existir ou nunca ter existido, sem alterar a essência do mundo espírita.”

“Os Espíritos vestem temporariamente um corpo material perecível, cuja destruição pela morte lhes devolve a liberdade.”

“Entre as diferentes espécies de seres corporais, Deus escolheu a espécie humana para a encarnação dos Espíritos que atingiram um certo grau de desenvolvimento, o que lhe dá a superioridade moral e intelectual sobre os outros.”

“A alma é um Espírito encarnado, sendo o corpo apenas o seu envoltório.”

“Há três coisas no homem: 1ª) o corpo ou ser material semelhante ao dos animais e animado pelo mesmo princípio vital; 2ª) a alma ou ser imaterial, Espírito encarnado no corpo; 3ª) o laço que une a alma ao corpo, princípio intermediário entre a matéria e o Espírito.

“Assim, o homem tem duas naturezas: pelo corpo participa da natureza dos animais, dos quais tem os instintos; pela alma participa da natureza dos Espíritos.”

“O laço ou perispírito que une o corpo e o Espírito é uma espécie de envoltório semi material. A morte é a destruição do envoltório mais grosseiro. O Espírito conserva o segundo, que constitui para ele um corpo etéreo, invisível para nós no estado normal, mas que pode tornar-se algumas vezes visível e mesmo tangível, como ocorre no fenômeno das aparições.”

“O Espírito não é, portanto, um ser abstrato, indefinido, que somente o pensamento pode conceber; é um ser real, definido, que, em alguns casos, pode ser reconhecido, avaliado pelos sentidos da visão, da audição e do tato.”

“Os Espíritos pertencem a diferentes classes e não são iguais em poder, inteligência, saber e nem em moralidade. Os da primeira ordem são os Espíritos superiores, que se distinguem dos outros por sua perfeição, seus conhecimentos, sua proximidade de Deus, pela pureza de seus sentimentos e seu amor ao bem: são os anjos ou Espíritos puros. Os das outras classes não atingiram ainda essa perfeição; os das classes inferiores são inclinados à maioria das nossas paixões: ao ódio, à inveja, ao ciúme, ao orgulho, etc. Eles se satisfazem no mal; entre eles há os que não são nem muito bons nem muito maus, são mais trapaceiros e importunos do que maus, a malícia e a irresponsabilidade parecem ser sua diversão: são os Espíritos desajuizados ou levianos.”

“Os Espíritos não pertencem perpetuamente à mesma ordem. Todos melhoram ao passar pelos diferentes graus da hierarquia espírita. Esse progresso ocorre pela encarnação, que é imposta a alguns como expiação15 e a outros como missão. A vida material é uma prova que devem suportar várias vezes, até que tenham atingido a perfeição absoluta. É uma espécie de exame severo ou de depuração, de onde saem mais ou menos purificados.”

[...]

Créditos: O Espiritismo

Todo o resumo não foi postado aqui. Para continuar lendo clique aqui => Resumo da Doutrina Espírita

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Amigo Sérgio, receba nosso abraço!

Mais uma vez deparamo-nos com o fenômeno “morte” de companheiro querido. O desencarne do Amigo Sérgio Nascimento, aos 17 deste mês, provoca em nós o sentimento de tristeza e pesar.

É natural a sensação de perda nos casos de desencarne de pessoas próximas, especialmente se elas são importantes, respeitadas, amadas como é o caso de Sérgio. Porém, o comportamento minimamente adequado deve ser o de respeito aos desígnios de Deus, visto ser Ele o Arquiteto e Gestor de toda a sua Obra. Sabe, portanto, o porquê de cada acontecimento nas relações da vida e do mundo.

Queremos deixar registrado o nosso carinho, respeito e amizade pelo Amigo Sérgio Nascimento, e dizer o quanto nos sentimos privilegiados por tê-lo como companheiro de jornada terrena. Ele representa o nosso modelo de resistência e coragem no enfrentamento das adversidades.

Queremos, igualmente, nos solidarizar com seus familiares pela ausência física do filho, irmão, pai, tio, etc. Afirmamos, apenas, que Sérgio continua vivo, torcendo por todos nós e desejando que torçamos por ele também. Oremos sempre em seu favor.

Por isso, dizemos: Querido Sérgio segue amando e servindo! Receba nossos abraços e os votos  de que Deus te abençoe sempre! Muita paz para você!



Entregar-se ao Pai

Não há quem na vida não passe por dias de desafios mais severos.

Mesmo as vidas mais tranquilas, mesmo aqueles para os quais o cotidiano parece estável e previsível, enfrentam momentos de provas e de aprendizado.

Quantos não são os que, em apenas uma noite de chuva, veem seu mundo ser levado pela força das águas, perdendo bens materiais, apartando-se de almas queridas?

Outros, nos quais a saúde habitava o corpo plenamente, veem-se minados por males afligentes, por vezes de causas desconhecidas ou de recursos ignorados.

Há tantos mais que veem desaparecer de seus olhos os amados, amparos de seu caminhar, abraçados pela morte, apartados da convivência e do carinho sustentador.

É natural que assim seja. Todos estamos sujeitos às intempéries da vida, às tempestades que destroem, mas que ensejam o construir e o melhorar.

Assim, se esses dias difíceis nos visitam, atormentando-nos, perturbando-nos o equilíbrio emocional, entreguemo-nos a Deus.

Jesus, ao nos ensinar a respeito da Providência Divina, afirmou que nem uma folha de uma árvore cai sem a vontade do Pai.
[...]
Fonte: Site Momento Espírita

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VISÃO ESPÍRITA DA MORTE

MORTE E RENOVAÇÃO

A MORTE DÓI?

ENTENDENDO O CÂNCER PELO ESPIRITISMO

O ESPÍRITO APÓS A MORTE


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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Responsabilidades por um Mundo Melhor

Amigos(as) 

A nossa Era no planeta é marcada por muitos problemas. São diversos os acontecimentos que podem nos deixar de autoestima baixa, quando não nos pegamos em perturbação de variada ordem. Por vezes sentindo-nos ameaçados, ou mesmo entrando num processo depressivo. Agressões; crimes; violência contra cônjuges, pais, mães, avós, filhos; brigas nas escolas; desrespeitos no trânsito, entre outros, são algumas das evidências que estamos num mundo de "choro e ranger de dentes", ainda.

Mas, fica a pergunta: o que estamos fazendo para minimizar os atritos de relacionamentos neste imenso condomínio ao qual estamos residindo temporariamente? Que cultura estamos propondo para um mundo melhor? Clamamos por segurança, paz, amor entre as pessoas. Como colaborar para que isso aconteça?

Os argumentos que é culpa do outro, ou que as escolas não estão educando convenientemente as crianças já caiu por terra, ou seja, não surtem mais efeito. 

Cada um de nós temos a parcela de responsabilidade que nos cabe.  Nunca é demais lembrar as palavras do poeta Nando Cordel, por inspiração dos Céus, "A Paz do Mundo Começa em Mim". Começa em você também! Faça a sua parte!

Convém lembrar também uma assertiva do Senhor Jesus

"Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.  Este é o primeiro e grande mandamento.  E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo." (Mateus 22, 37-39)


Sugerimos assistir ao vídeo abaixo. Alberto Almeida fala sobre o tema "agressividade" no Programa Transição do dia 28/08/2011.



Programa Transição 151 - Alberto Almeida from Fraternidade Francisco de Assis on Vimeo.


domingo, 7 de agosto de 2011

Entendendo o Câncer pelo Espiritismo

O câncer é uma enfermidade que provoca enorme temor nas pessoas. Em variados casos, não chegam sequer a proferir essa palavra, sob o risco de contrair a doença. Também, há uma tendência a associação do câncer a um estado terminal de vida, como se todo indivíduo com essa enfermidade estivesse condenado a morte.

As contribuições abaixo referem-se a uma tentativa de promover a divulgação e reflexão sobre o assunto a partir da ótica espírita.

O vídeo a seguir é uma entrevista com o Dr. Flávio Consentino que fala do tema "A visão espiritual do câncer", exibido na TV Mundo Maior.  




Para complementar, sem pretender encerrar o assunto, leia um texto de Joanna de Ângelis (espírito), psicografado por Divaldo Pereira Franco, intitulado "Câncer Moral".


Câncer Moral


O mau-humor sistemático - vício de comportamento emocional - gera a irritabilidade que desencadeia inúmeros males no indivíduo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral. Desconcertando a razão, açula as tendências negativas que devem ser combatidas, fomentando a maledicência e a indisposição de ânimo.

Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste orgânico e psicológico, dando margem à instalação de doenças psicossomáticas de tratamento complexo como resultados demorados ou nenhuns.

Todas as criaturas têm o dever de trabalhar pelo próprio progresso intelecto-moral, esforçando-se por vencer as más inclinações.

O azedume resulta, também, da inveja mal disfarçada quanto do ciúme incontido.
Atiça as labaredas destruidoras da desavença, enquanto se compraz na observância da ruína e do desconforto do próximo.

Muitas formas de canceres têm sua gênese no comportamento moral insano, nas atitudes mentais agressivas, nas postulações emocionais enfermiças.

O mau-humor é fator cancerígeno que ora ataca uma larga faixa da sociedade estúrdia.  Exteriorização do egoísmo doentio, aplica-se à inglória tarefa de perseguir os que discordam da sua atitude infeliz, espalhando a inquietação com que se arma de forças para prosseguir na insânia que agasalha.

Reveste-te de equilíbrio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos. Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob o beneplácito da vontade acomodada.

Oscilantes nos estados d’alma, mudam de um para outro episódio de revolta com facilidade, sem qualquer motivo justificável, como se motivo houvesse que justifique a vigência desse verdugo do homem.

Vigia as nascentes dos teus sentimentos e luta com destemor, nas paisagens íntimas, contra o mau-humor. Policia o verbo rude e ácido, mantendo a dignidade interior e poupando-te ao pugilato das ofensas, decorrente do azedume frequente.

Não olvides da gratidão, nas tuas crises de indisposição... O amanhã é incerto.
Aquele a quem hoje magoas será a porta onde buscarás apoio amanhã.
Conquista o título de pacífico ou faze-te pacificador.
Todo agressor torna-se antipático e asfixia-se na psicosfera morbífica que produz.

O Evangelho é lição de otimismo sem limite e o Espiritismo que o atualiza para o homem contemporâneo convida à transformação moral contínua, sem termo, em prol da edificação interior do adepto que se lhe candidata ao ministério.

Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco. Do livro: Receita de Paz


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